EndereÇo
Av. Francisco Matarazzo, 455
(Próximo ao Metrô Barra Funda)

mapa



Tel
3865-4130 ou 4131

HorÁrio
todos os dias, das 6h às 18h

Entrada
grátis

Estacionamento
grátis (250 vagas)
 
AlimentaÇÃo
o restaurante serve refeições em bufê, por quilo (seg. a sex., das 11h30 às 14h; sáb., dom. e feriados, até 15h). Na lanchonete da Dona Vanda, no parque há quase 40 anos, tem esfiha, pão de queijo, cachorro-quente e outras comidinhas simples. Muita gente faz ali o lanche antes da caminhada. Às terças e sábados, até o meio-dia, é servido um café da manhã no Espaço de Agricultura Orgânica.

Atendimento
é simpático. Interessante a surpresa dos funcionários quando indagados sobre uma “central de informações”. Essa cultura não existe, mas se você persiste é bem atendido. Os mapas são reservados às visitas das escolas. Há um painel de referência na portaria principal.

Banheiros
são corretos. Há papel e sabonete. As torneiras funcionam e sempre há um funcionário responsável pela manutenção.

Limpeza
alamedas e áreas comuns são limpas. A coleta é seletiva. Há dezenas de lixeiras, muito bem sinalizadas, além de três pontos de entrega voluntária (para quem separa o lixo em casa).

ManutenÇÃo
pisos de pátios, ruas, alamedas e pista de corrida estão ok. Bancos, equipamentos de ginástica e brinquedos dos parques infantis, também.

ProgramaÇÃo
cursos de danças brasileiras, equitação, criação de escargots ou peixes. Exposições culturais e agropecuárias, ginástica para terceira idade, ioga e encontros de leitura. Consulte o calendário no próprio parque (ligue ou apareça por lá. O site deles está com problemas).


 
Parque Dr fernando costa (Água branca)
O Parque da Água Branca mantém a vocação agropecuária desde a inauguração em 1929. Na época, os paulistanos passeavam à noite entre alamedas, pérgulas e prédios de estilo normando. Isso tudo continua lá, mas não há mais aquelas famosas exposições de gado (a vizinhança agradece) e o local virou patrimônio histórico, arqueológico, artístico e turístico. Há seis anos, teve início um processo de restauração. Ainda bem. O playground, nos tempos de abandono, chegou a ficar impraticável, com gangorras e trepa-trepa em tal estado que a integridade física das criancinhas ficava arriscada. Vida nova, hoje o parque está ótimo. Recebe em média 300 mil pessoas/mês, sobretudo famílias, estudantes, idosos e moradores de Perdizes e Barra Funda. Enche aos finais de semana e é tranqüilo nos outros dias – mas recebe visitas de escolas. Dá para correr, caminhar, se esticar nos aparelhos de ginástica, fazer ioga, tai-chi-chuan. A vegetação fechada protege quem quer se exercitar, ler ou relaxar. Cachorros e bicicletas são proibidos. Bichos protegidos pelo parque, no entanto, ficam à vontade: não é raro cruzar com a pavoa e seu filhote. Uma feira de produtos orgânicos faz sucesso às terças e aos sábados. A lista de atrações inclui exposições de animais, artes plásticas e fotografia, danças típicas, biblioteca, museu geológico, réplica de casa de caboclo e observatórios de pássaros e de abelhas. Uma manhã é suficiente? Sim, mas vale o passeio mais longo.