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Grão fino Pretinho nada básico Por Marcela Besson Fotos: Alexandre Schneider
Uma pesquisa feita pela empresa de consultoria TNS InterScience, em outubro de 2006, mostrou um aumento de 100% no consumo de café entre o público da classe A e de 45% entre a classe B - no período de 2003 a 2006. De acordo com o instituto, este resultado está associado ao interesse nos cafés de alta qualidade, chamados gourmet. Embora tenha preços mais elevados em relação aos tradicionais, eles passam a representar a preferência entre esses consumidores – especialmente os mais jovens. Por isso mesmo, essas amostras especiais disputam cada vez mais espaço nas prateleiras dos mercados. Mas qual a diferença entre elas e os pacotes comuns? Feitos exclusivamente à base da espécie arábica, de sabor mais delicado e doce, esses cafés são preparados com os melhores grãos – cerca de 30% do total colhido na safra. Na xícara, resultam numa bebida aromática e de qualidade superior. Então, na hora da compra, que tal trocar o básico pelo exclusivo? Em uma degustação às cegas, comandada pela cafeóloga Eliana Relvas, o Portal Veja São Paulo submeteu seis marcas de café gourmet a três métodos caseiros de preparo: no filtro de papel e nas cafeteiras italiana e expressa. O resultado é der dar água na boca. Conta-gotas
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